
"(...) percebi que para trabalhar com crianças, precisava ser meiga e forte. Meiga e atenciosa com as crianças, mas forte e dura com tudo o que ameaça aumentar-lhes o sofrimento ou diminuir-lhes a possibilidade de se curarem. No St.Elizabeth's, às vezes tenho de proteger as crianças dos médicos arrogantes ou até negligentes . Às vezes tenho de as proteger dos chamados "saudáveis". Protejo-as dos burocratas hospitalares, das companhias e seguros. Às vezes tenho de as proteger dos próprios pais. Protejo-as até dos próprios pensamentos negativos que têm, às vezes. Não seria capaz de fazer isso, de as proteger, a menos que fosse uma adulta, a menos que fosse forte, a menos que estivesse disposta a lutar por elas." (pág.35)





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